sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Operação Ministério Público investiga facções criminosas no Ceará


Desde 2015, integrantes de facções criminosas estão sendo investigados pelos órgãos integrantes da operação. O trabalho já resultou em prisões em flagrantes

Uma operação foi deflagrada, nesta quinta-feira (14), a fim de investigar a atuação das facções criminosas do Brasil que atua no Ceará. Denominada como Operação Saratoga, a medida faz parte de uma iniciativa do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) e da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), por meio, do Grupo de Atuação Especial de Combate Às Organizações Criminosas (GAECO) e da Coordenadoria de Inteligência.

Os grupos criminosos estão sendo monitorados e acompanhados pelas investigação do GAECO e pela SSPDS desde 2015. O trabalho já resultou em apreensões de drogas e armamentos.
Segundo o Ministério Público, já foram apreendidos 19 armas de fogo de diversos calibre, 60kg de cocaína, 200kg de maconha e 8kg de crack e a prisão em flagrante de 53 pessoas.
O material colhido pelos promotores do GAECO e as denúncias criminais foram apresentadas aos juízes de Fortalezas, Caucaia e Maracanaú. Os integrantes da facção podem responder pelos crimes de integrar organização criminosa armada, tráfico de drogas, associação para o tráfico entre outros.
Os magistrados já decretaram a prisão preventiva de mais de 46 integrantes das facções e busca e  apreensão nas residências dos acusados. A ordem está sendo executada na manhã desta quinta-feira, 14, por equipes da SSPDS, coordenada pela Coordenadoria de Operação Policiais (COPOL). De acordo com o MP, os líderes da organização criminosas podem ser condenados de 45 a 503 anos de prisão, conforme a participação e o “cargo” nas facções. Além disso, serão avaliados o números de crimes praticados pelos integrantes.
Segundo os investigadores do GAECO, as medidas adotadas no decorrer da investigação e as buscas realizadas nesta quinta impediram motins no sistema penitenciários no Estado. O serviço de Inteligência da SSPDS informou à Secretaria da Justiça e Cidadania (SEJUS) sobre a possibilidade de homicídios dentro das unidades prisionais. De acordo com o Grupo, a comunicação foi ideal para adotar medidas dentro e fora dos presídios cearenses.
Fonte. TBC

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