Ele relaciona as ordens, com a redução dos homicídios anunciadas pelo Governo do Estado. No entanto diz, “a qualquer momento podemos voltar com os ataques”, disse Yago Gordão. 

 Ele ressalta, no entanto, que a chefia teria como “evitar um grande estrago”. “A guerra nunca vai acabar. Já foi muito derramamento de sangue”, contou, Yago Steferson Alves dos Santos, 26, o Yago Gordão, em depoimento à Polícia Civil ao revelar estratégia usada entre as Facções e o Governo do Ceará. 

Ele é apontado como um dos fundadores e chefes da organização criminosa no Brasil. A ordem, segundo Yago, teria relações diretas com a queda repentina no número de homicídios registrada no Estado e anunciadas pelo Secretário de Segurança do Ceará, André Costa. 

O Ceará vem, consecutivamente, diminuindo as estatísticas de Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs) desde maio de 2018, numa comparação com os mesmos períodos anteriores.

“Há três meses (setembro 2018, portanto) foi decidido que os integrantes da facção iriam deixar de dar ataques aos membros de rivais, devendo apenas se proteger em caso de ataques”, declarou Yago aos policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco). 

“Vocês devem ter notado que os homicídios diminuíram”, complementou. No depoimento, Yago confessou ser traficante de drogas e disse atuar na região dos bairros Conjunto Esperança, Parque Santa Rosa e Aracapé, além da comunidade do Jardim Fluminense, no Siqueira. Também agiria no bairro Alto Alegre, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Fonte. Revista Ceará

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