Um homem foi a um hospital por estar com uma dor abdominal intensa. Porém, o homem, que é transgênero, estava grávido e em processo de dar à luz, e acabou perdendo o bebê. 


O paciente, de 32 anos, disse à enfermeira que ele era transexual quando chegou ao pronto-socorro junto com seu namorado, e seu prontuário eletrônico o classificou como homem.


Ele não menstruava há vários anos por causa da testosterona que tomava, que é um hormônio que tem efeitos masculinizantes e pode diminuir a ovulação e a menstruação.


No entanto, o homem parou de tomar o hormônio e um medicamento para pressão arterial depois de ter problemas de saúde. 


No hospital, uma enfermeira solicitou um teste de gravidez mais confiável, mas considerou que seu estado de saúde era estável.


Um ultra-som mostrava sinais incertos de atividade cardíaca fetal, e um exame revelou que uma parte do cordão umbilical havia entrado no canal do parto. 

Os médicos prepararam-no para uma cesariana de emergência, mas nenhum batimento cardíaco fetal foi ouvido na sala de cirurgia. 

“É um incidente muito triste, é um desfecho trágico“, disse Tamara Wexler, especialista em hormônios do Centro Médico Langone, na Universidade de Nova York.


“O treinamento médico deve incluir situações com pacientes transgêneros, para que os profissionais de saúde estejam melhor preparados para melhor atender às suas necessidades. 


Muitos médicos que praticam não têm isso em seu treinamento, mas ainda podem aprender com esse tipo de paciente”, disse Wexler. . 

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